vou tentar mais uma vez...

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sábado, 10 de outubro de 2009

Não sei porque escolhemos essa vida. Sem alguém para dividir os sonhos, os medos, as dúvidas. Sem alguém que, por algum milagre chegue mais cedo do trabalho que você um dia e abra a casa, deixe a luz entrar e prepare uma comida “daquelas”.

Alguém que te faça parar de querer pintar o céu de cinza, de mudar os canais da tv que nem uma maluca. Que acenda sua luz permanentemente para que nenhum fantasma se atreva a chegar perto. Que te faça não se importar nem um pouco se o barulho é muito alto que não dá para ler. O que tem? Posso me acostumar a ele.

Alguém que não se importe que às vezes, você precisa ouvir aquela música no último volume. E te apoie quando precisar.

Alguém que pergunte se você está bem, não por educação. Por se preocupar realmente.

Alguém que te faça ver que esperar e não aceitar o que os outros queriam, foi a melhor coisa que pudia ser feito. Porque ela é a certa para você. Não os outros que vieram antes e você achou que seria. Alguns você até quis que fosse. Mas essa coisas não dá para forçar. Ou é a pessoa certa ou não é. Se aqueles não eram para você, certamente você não era para eles. E assim, o par deles estavam por aí. Os esperando. Não seria justo para ninguém aceitar.

Alguém que faça ver que, Uau! A procura não foi em vão. Isso era muito melhor do que qualquer coisa que podia imaginar. Faça você querer ser o seu melhor. Fazer coisas que até se esqueceu que sabia fazer. Cantarolar. Assoviar. Sorrir. Respirar completamente, sem sentir que ia se quebrar.

Esse alguém está por aí. Em algum lugar. Basta procurar. E o melhor jeito de procurar é deixar-se ser encontrado.

Mas, sem falsas afirmações, falsas esperanças.

Seja quem você é, ofereça somente o que tem.

Peça somente o que puder dar.

Depois...


Trataste me com um desprezo olímpico.
Como se, simplesmente, ignorasses impertinências
de uma adolescente.
Neste momento ainda me dói, mas, dentro em pouco, primeiro
o ódio e depois a indiferença se instalarão no meu coração.
Não tenho tempo.
Aprendi, também...
Vivo de mau humor e isso é sistemático.
Poderia aceitar o meu fracasso e dirigir minha agressividade
contra mim mesma.
É o que faço habitualmente. Mas agora a cólera se apodera de mim.
E a impaciência.
Sim, pois conheço os mecanismos de minha alma.
Em outros tempos, eu teria podido imaginar que amava
um super homem.
Agora sei que é muito pouco, se eu te despojo de minhas projeções.
De modo que, se te negas ser suporte de meus anelos, não tenho
outro remédio se não dar a marcha ré.
Estou nervosa desesperançada.
Não me restam forças para lutar, mas, principalmente, não
saberia por quê fazê-lo.
Felizmente não recebes a mensagem de meu mau humor.
Eu ficaria muito humilhado se soubesses que estou furiosa.
Nunca reivindicarei nada de ti.
Pelo menos, não de forma explicita.
Seria confessar minha frustração.


Não sei quem é o autor, achei em um dos muitos sites que gosto sobre mensagens e poesias:

//mensagens.clickgratis.com.br

Se alguem quiser se manifestar quanto à autoria, fique à vontade....

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

quem és tu, belo senhor?

Como de tal sentimento nunca experimentado

Posso eu sentir imensa falta?

Sinto falta dos seus lábios a dizer que me ama

De seu sorrisoque me tira o desassossego

De seu colo onde me aninha até que de tudo me esqueça

Até de meu nome!


Oh, meu jovem senhor! Como posso sentir isso

Se nunca o vi ou o toquei?


A chuva que cai forte e absoluta

Lava o mundo e o deixa despido frente amim

Posso ver minha angústia e solidão lá refletidas.

Mas também há outra coisa.

Me viro, remexo no profundo do meu ser e encontro;

É mais uma vez o desejo por ti!

O desejo por tua calmaria que me ampara.


Oh, meu belo senhor! Quem és tu? Onde estás?


Procuro por ti pelas praças, bares, esquinas

Meu deus, procuro-te até dentro das pessoas nos lugares mais improváveis.

É por ti que minhas mãos tateiam o vazio

Quando meus gritos me despertam assustada.

Gritos de dor. De medo.


É por ti que sussurro as mais belas canções e amor

É por ti que derramo lágrimas de tristreza ao ver Romeu e Julieta

É por ti que pulo de excitação em cada esquina,

Pela esperança de finalmente encontrar-te.


Quem és tu, belo senhor? Se apresse ou deixe-me achar-te!!

sábado, 3 de outubro de 2009

Sobre TPM e cabeça vazia

Estou meio sem clima para escrever. Sei lá, meio para baixo. É a maldita TPM.

Peraí que vou ali enfiar a cabeça na parede. Tava pensando, será que existe mesmo essa “coisa” de amor eterno? Verdadeiro?

Desses de olhar nos olhos e saber o que o outro está pensando, sentindo? De felizes para sempre?



É, confesso! Acho que eu tenho lido muitos romances ultimamente. Rsrs. Já comentei sobre minha mais nova paixão platônica. A Saga Crepúsculo. E ah! É muito mais que só um romancezinho besta de vampiros, ok??

Olha o pré-conceito! Tem muito mais que vampiros vegetarianos lindos e perfeitos, lutando contra seu instinto natural para proteger humanos.

O melhor é o amor, a compreensão entre a família. Entre os protagonistas. Ai esse é o melhor. Ele (o amor) é irresistível. Tanto para a humana que corre o risco de ser morta, quanto para o vampiro que não quer virar um monstro repugnante e perder o pouco que restou da sua humanidade.


Eles não conseguem se separar, e quando tentam, sofrem. Há um interesse pelo que o outro sente, uma compreensão das expressões e dos trejeitos. Um sabe, ou pelo menos deduz, e muito bem, o que o outro realmente acha de cada situação. Mesmo que diga uma coisa diferente do que realmente pensa, o outro sabe que aquilo é só fachada, disfarce.

O relacionamento deles é baseado mais em conversa e descoberta do que em luxúria. É claro que há o desejo físico, mas o desejo da companhia é muitíssimo maior. Isso não é só nesse romance específico. Todos os romances que leio são assim.


Eu já me acostumei a ver relacionamentos baseados no sentimento físico. Só nisso mais nada.

As pessoas não se conhecem realmente. Não sabem o que o outro gosta. O que vai ser bom ou não para o companheiro. Um não sabe decifrar aquele olhar, auqela ruga entre as sombrancelhas. Não só de ver.

Não conseguem enxergar por trás das evasivas quando algo incomoda, e a pessoa não consegue dizer abertamente.

Eu pelo menos nunca vi aquele olhar cheio de amor, carinho e dedicação que os livros tanto falam e os filmes tanto retratam. Aquele olhar direcionado ao parceiro.

À pessoa que você ama, admira, respeita. Um olhar transbordante de amor e devoção. Como se a pessoa fosse o melhor prêmio que qualquer um pudesse receber.

Engraçado como todo mundo, ou a maioria adora ler e assistir sobre isso. Talvez porque só dê para ser imaginado mesmo.

Talvez não seja possível sentí-lo na vida real.

Talvez esse sentimento que as pessoas buscam na vida real, ao qual elas chamam de amor, não passe de pura e simples luxúria.

Luxúria sim, porque elas só consideram o exterior da pessoa, além dos outros quesitos que a sociedade acha indispensável ao “par perfeito”.


Tem que ser bonito, não beber, não fumar, não arrrumar confusão, ser de uma boa família.

Isso sim, olha que perfeição!! Não importa se a pessoa é tão egoísta, que não percebe as aspirações do parceiro. Porque está ocupado pensando em si mesmo.

Não importa se é mesquinho, e só pensa em conseguir o que quer, independente disso prejuducar que não tem nada a ver.

Não importa ser cruel ao ponto de machucar um animal indefeso, que não fez nada contra.

Se foi capaz de machucar um inocente, imagina quem se interpuser em seu caminho??


Eu não quero dizer que não beber (pelo menos não o tempo todo), não fumar (não tenho nada contra quem fuma, só acho idiotice, se sabe que faz mal), ser de uma boa família (isso não tem a ver com grana, tem a ver com a estabiliade que a família passa para o filho) e lindo não seja bom.

Se puder encontrar isso e ainda por cima com bons valores, nossa isso é muito bom!!

Porém, o que quero dizer é que não se deve “deixar” uma pessoa boa, que consiga ajudar os outros não porque é obrigada, mas porque sabe que isso é o que gostaria que fizessem com ela, que sabe abrir mão do que quer por quem gosta, só por ela não estar nos padrões da sociedade.


Só por ela não ser linda, ou por não ter o melhor emprego, ou por não ser de uma ótima família. Ou por, às vezes, beber além da conta. Ou por fumar.

Isso pode ser resolvido.


Todas as manias e vícios podem ser controlados. Mudados. O que não muda nunca, é a forma que a pessoa vê o mundo. E o modo como ela reage ao que vê. Os seus valores, defeitos, isso nunca muda. Pode ser amenizado, mas nunca desaparece. Se isso acontecer, é porque a avaliação foi errada.

Não é que a pessoa agisse de uma forma e depois mudou. Ela só esteve “fora de curso” e alguma situação ou alguém fê-la voltar ao caminho correto.


Concluindo, o que quero dizer é que eu nunca vi um relação baseada em coisas tão mais importantes que beleza e opinião pública. Nunca vi uma relação baeada em amor, respeito, compreensão, doação. Pelo menos não tão intensos e “lado a lado”.

Pelo menos não na vida real.


As pessoas dizem que estão procurando o par perfeito, mas será que as qualidades usadas para determinar a perfeição são certas??

Assim a busca vai formar mais relacionamentos “fracos”, que se partem facilmente.

Ao primeiro sinal de adversidade.


Relações de “olho-no-olho” não dão espaço a elos superficiais, que se quebram assim tão facilmente.


Eu estou procurando, mas nao vou me contentar com menos que o melhor para mim.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Minha nova paixãoo

Ok!

eu sei que não é nenhuma novidade uma garota de 17 anos dizer o que eu vou dizer.
Pelo menos, não nos dias de hoje. Mas mesmo assim eu vou dizer. Eu sou uma apaixonada por....ah, não sei se falo. Será? E se vocês pensarem mal de mim? Ah está bem. Vou falar. Ah Crepúsculo...Ahn? E falei muito baixo? Tá, oh presta atenção: Crepúsculo...

Ai que saco! acho que é você que não escuta!! Está bem: EU SOU APAIONADA POR CREPÚSCULO!!! Pronto falei... sabe não é porque está na moda. Se fosse por isso eu nem leria. Eu não liguei quando começou esse alvoroço. Será em setembro ou outubro do ano passado? Agosto talvez? Não sei. Só sei que quando foi lançado, eu nem me preocupei em pesquisar. Não me deixo levar por modas fúteis. E eu realmente achei que fosse isso. Crepúsculo é igual a um monte de patricinhas lendo porque está na moda. Não porque o livro é bom! Eu sei, foi preconceito. Muito. Há um mês e pouco eu fui apresentada à Isabella, Edward, Alice, Carlisle, Charlie, Esme, Renne, Rosalie, Emmet, Jasper, Jacob, Renesmme.

Eu conheci a cidade de Forks. A cidade mais chuvosa e fria dos EUA. Pode olhar no google!
Eu conheci uma garota tímida. Insegura. Desajeitada. Mas que é capaz de se anular pelos outros. Ela parecia um ímã para perigo. Tem um namorado vampiro. Um melhor amigo lobisomem. E o sangue mais provocante que lhe causa bastante problema. Ela quase foi atacada por vários homens numa rua escura. Sobreviveu, embora despedaçada, à perda de seu grande amor. Só para cruzar o atlântico e tentar salvar a vida dele depois. Ela foi considerada o prêmio de uma caçada excitante. Que desafiava seis vampiros a proteger uma simples humana. O que só melhorava as coisas. E então foi perseguida para vingar-se a morte de um vampiro. O amor da vida de alguém. Ela tem uma mente distorcida, cuja capacidade de deixar o poder exercido sobre a mente “normal” dos outros, é inútil sobre ela. Isso é instigante. E frustante.

Eu conheci uma família de sete vampiros. O maior clã do mundo. E que não se alimenta de sua presa natural. Talvez por isso sejam capazes de conviver juntos. Porque são mais "humanos" que os outros. Desenvolveram relações baseadas em amor. Em apoio mútuo. Não em simples conviniências. Os olhos deles são dourados. A pele é dura e fria como mármore. São rápidos. Muito rápidos. E são bonitos. Absoluta e perfeitamente lindos. Um convite à presa.

Um vampiro em especial me chamou a atenção. Ele nem sempre obedeceu à principal, e talvez única regra da família. Ele já bebeu sangue humano. Mesmo depois que os anos mais díceis passaram. Por opção, não por falta de controle. Na sua "adolescência rebelde". Quando saiu para ver o mundo. Não acreditando no que os pais diziam ser o melhor. Ele matou homens-monstrons. Para aliviar a consciência do seu próprio. Eventualmente, ele cansou de brincar de Deus. O bom filho à casa torna. E ele era um bom filho. Voltou para seus pais.

Um após outro foram chegando seus irmãos. E a família ficou completa. Exceto pela ausência de um amor. Mas ele não sentia falta. Passaram-se quase cem anos. E então ela apareceu. O meteorito. E fez seu céu brilhar. Ele ficou cego com a luz. Mas nem tudo pode ser perfeito. A responsável por mudar completamente a sua vida era uma humana. Uma frágil e linda humana. Que não tinha noção da própria capacidade. Própria força. Própria coragem. Como se não bastasse tinha o sangue mais cheiroso que ele tinha sentiso. O mais atrativo. La tua cantante! E por mais inacreditável que fosse, ela correspondeu ao sentimento. Ela não teve medo. Não vacilou um minuto sequer. Nem quando ele se mostrou com realmente era. Ela nunca o tinha visto mais bonito. Ele tentou não se aproximar. Não ser egoísta ao ponto de arriscar a vida dela só para que ele fosse feliz.

Mas, caramba! Ela ERA um ímã para o perigo! Ele precisava ficar por perto para protegê-la. Só que era perigoso para ela. Com seu doce cheiro. Uma presa tão boa. Tão fácil. Mas ao mesmo tempo tempo tão impossível. Sua mente sã, que ainda lutava contra o monstro que iria matá-la e sugar toda a vida do seu corpo, sabia que seria impossível viver sem ela. A dor da perda seria muito maior que a satisfação da luxúria. Há algum tempo que a observava dormir. Ela murmurou o seu nome uma noite. E não era pesadelo. Veio acompanhado de um suspiro!

Com o tempo ele desistiu de evitá-la. Achou que era possível se controlar. Caso se preparasse para isso. E se preparou. Passou a caçar mais. Mais que o necessário para satisfazê-lo. Contudo, tinha que se precaver. E pensou que se passasse muito tempo inalando seu cheiro, eventualmente se acostumaria com ele. Se ela o aceitasse. Ele não iria revelar o que era. Ela sairia correndo se soubesse. E ele não podia suportar a ideia de tê-la longe.

Mas ela era muito perceptiva. Ouviu lendas que poderiam, que deveriam ser falsas. Ligou os pontos. E a verdade apareceu. Ele esperou o medo. Esperou que ela fugisse correndo e gritando. Apavorada. Ao invés disso, recebeu um "tarde demais". Como era isso?? Ela não se importava de colocar sua vida em risco?? De estar perto do seu predador natural?? Do mais perigoso predador??
Não podia ser! Ela devia estar em choque. Ou algo do gênero. Ele ainda esperava pelo pânico da verdade. Que nunca apareceu.

No seu lugar apareceu amor! Um sentimento forte! Devastador! Que era capaz de ultrapassar qualquer barreira. Qualquer perigo. Um amor intenso que só aumentava, se alimentando do outro. Os problemas apareceram. E muitos!!
Não é fácil levar o melhor vinho para a festa e não deixar que as pessoas apreciem-no.
Houve erro ao fazer o que era certo. Ou pelo menos o que achava ser o certo. Houve dor. E lágrimas. E ressusgimento. Ressurgimento esse que só foi possível com a volta para o lar. Para o lugar onde se precisava e se queria estar.

O cordeiro idiota finalmente venceu.... E se tornou um leão masoquista!!!

minha trilha sonora