vou tentar mais uma vez...

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domingo, 22 de novembro de 2009

Dedique dois minutos da sua vida para esta leitura ...

“Cada dia que vivemos,
é uma ocasião especial”

Portanto vamos ler mais e dedicar menos tempo na limpeza da casa.
Sentar na varanda e admirar a paisagem,

sem precisar reparar se tem ou não ervas daninhas no jardim.

Passar mais tempo em companhia
da minha família
e dos meus amigos,
e bem menos tempo trabalhando para os outros.

Me dei conta que a vida é um conjunto de experiências para serem apreciadas e não sobrevividas.

Agora já não guardo quase nada.
Uso copos de cristal todos os dias.

Visto roupas novas para ir fazer compras no supermercado, se estiver com vontade de vestí-las.

Não guardo o melhor frasco de perfume para as festas especiais,
mas uso quando quero sentir sua fragrancia.

[...]

sábado, 10 de outubro de 2009

Depois...


Trataste me com um desprezo olímpico.
Como se, simplesmente, ignorasses impertinências
de uma adolescente.
Neste momento ainda me dói, mas, dentro em pouco, primeiro
o ódio e depois a indiferença se instalarão no meu coração.
Não tenho tempo.
Aprendi, também...
Vivo de mau humor e isso é sistemático.
Poderia aceitar o meu fracasso e dirigir minha agressividade
contra mim mesma.
É o que faço habitualmente. Mas agora a cólera se apodera de mim.
E a impaciência.
Sim, pois conheço os mecanismos de minha alma.
Em outros tempos, eu teria podido imaginar que amava
um super homem.
Agora sei que é muito pouco, se eu te despojo de minhas projeções.
De modo que, se te negas ser suporte de meus anelos, não tenho
outro remédio se não dar a marcha ré.
Estou nervosa desesperançada.
Não me restam forças para lutar, mas, principalmente, não
saberia por quê fazê-lo.
Felizmente não recebes a mensagem de meu mau humor.
Eu ficaria muito humilhado se soubesses que estou furiosa.
Nunca reivindicarei nada de ti.
Pelo menos, não de forma explicita.
Seria confessar minha frustração.


Não sei quem é o autor, achei em um dos muitos sites que gosto sobre mensagens e poesias:

//mensagens.clickgratis.com.br

Se alguem quiser se manifestar quanto à autoria, fique à vontade....

sábado, 3 de outubro de 2009

Sobre TPM e cabeça vazia

Estou meio sem clima para escrever. Sei lá, meio para baixo. É a maldita TPM.

Peraí que vou ali enfiar a cabeça na parede. Tava pensando, será que existe mesmo essa “coisa” de amor eterno? Verdadeiro?

Desses de olhar nos olhos e saber o que o outro está pensando, sentindo? De felizes para sempre?



É, confesso! Acho que eu tenho lido muitos romances ultimamente. Rsrs. Já comentei sobre minha mais nova paixão platônica. A Saga Crepúsculo. E ah! É muito mais que só um romancezinho besta de vampiros, ok??

Olha o pré-conceito! Tem muito mais que vampiros vegetarianos lindos e perfeitos, lutando contra seu instinto natural para proteger humanos.

O melhor é o amor, a compreensão entre a família. Entre os protagonistas. Ai esse é o melhor. Ele (o amor) é irresistível. Tanto para a humana que corre o risco de ser morta, quanto para o vampiro que não quer virar um monstro repugnante e perder o pouco que restou da sua humanidade.


Eles não conseguem se separar, e quando tentam, sofrem. Há um interesse pelo que o outro sente, uma compreensão das expressões e dos trejeitos. Um sabe, ou pelo menos deduz, e muito bem, o que o outro realmente acha de cada situação. Mesmo que diga uma coisa diferente do que realmente pensa, o outro sabe que aquilo é só fachada, disfarce.

O relacionamento deles é baseado mais em conversa e descoberta do que em luxúria. É claro que há o desejo físico, mas o desejo da companhia é muitíssimo maior. Isso não é só nesse romance específico. Todos os romances que leio são assim.


Eu já me acostumei a ver relacionamentos baseados no sentimento físico. Só nisso mais nada.

As pessoas não se conhecem realmente. Não sabem o que o outro gosta. O que vai ser bom ou não para o companheiro. Um não sabe decifrar aquele olhar, auqela ruga entre as sombrancelhas. Não só de ver.

Não conseguem enxergar por trás das evasivas quando algo incomoda, e a pessoa não consegue dizer abertamente.

Eu pelo menos nunca vi aquele olhar cheio de amor, carinho e dedicação que os livros tanto falam e os filmes tanto retratam. Aquele olhar direcionado ao parceiro.

À pessoa que você ama, admira, respeita. Um olhar transbordante de amor e devoção. Como se a pessoa fosse o melhor prêmio que qualquer um pudesse receber.

Engraçado como todo mundo, ou a maioria adora ler e assistir sobre isso. Talvez porque só dê para ser imaginado mesmo.

Talvez não seja possível sentí-lo na vida real.

Talvez esse sentimento que as pessoas buscam na vida real, ao qual elas chamam de amor, não passe de pura e simples luxúria.

Luxúria sim, porque elas só consideram o exterior da pessoa, além dos outros quesitos que a sociedade acha indispensável ao “par perfeito”.


Tem que ser bonito, não beber, não fumar, não arrrumar confusão, ser de uma boa família.

Isso sim, olha que perfeição!! Não importa se a pessoa é tão egoísta, que não percebe as aspirações do parceiro. Porque está ocupado pensando em si mesmo.

Não importa se é mesquinho, e só pensa em conseguir o que quer, independente disso prejuducar que não tem nada a ver.

Não importa ser cruel ao ponto de machucar um animal indefeso, que não fez nada contra.

Se foi capaz de machucar um inocente, imagina quem se interpuser em seu caminho??


Eu não quero dizer que não beber (pelo menos não o tempo todo), não fumar (não tenho nada contra quem fuma, só acho idiotice, se sabe que faz mal), ser de uma boa família (isso não tem a ver com grana, tem a ver com a estabiliade que a família passa para o filho) e lindo não seja bom.

Se puder encontrar isso e ainda por cima com bons valores, nossa isso é muito bom!!

Porém, o que quero dizer é que não se deve “deixar” uma pessoa boa, que consiga ajudar os outros não porque é obrigada, mas porque sabe que isso é o que gostaria que fizessem com ela, que sabe abrir mão do que quer por quem gosta, só por ela não estar nos padrões da sociedade.


Só por ela não ser linda, ou por não ter o melhor emprego, ou por não ser de uma ótima família. Ou por, às vezes, beber além da conta. Ou por fumar.

Isso pode ser resolvido.


Todas as manias e vícios podem ser controlados. Mudados. O que não muda nunca, é a forma que a pessoa vê o mundo. E o modo como ela reage ao que vê. Os seus valores, defeitos, isso nunca muda. Pode ser amenizado, mas nunca desaparece. Se isso acontecer, é porque a avaliação foi errada.

Não é que a pessoa agisse de uma forma e depois mudou. Ela só esteve “fora de curso” e alguma situação ou alguém fê-la voltar ao caminho correto.


Concluindo, o que quero dizer é que eu nunca vi um relação baseada em coisas tão mais importantes que beleza e opinião pública. Nunca vi uma relação baeada em amor, respeito, compreensão, doação. Pelo menos não tão intensos e “lado a lado”.

Pelo menos não na vida real.


As pessoas dizem que estão procurando o par perfeito, mas será que as qualidades usadas para determinar a perfeição são certas??

Assim a busca vai formar mais relacionamentos “fracos”, que se partem facilmente.

Ao primeiro sinal de adversidade.


Relações de “olho-no-olho” não dão espaço a elos superficiais, que se quebram assim tão facilmente.


Eu estou procurando, mas nao vou me contentar com menos que o melhor para mim.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

De onde surgiu o zumbido, exatamente (mencionado em “zumbidos do passado”)

Isso se é possível determinar de onde ele apareceu.

Recapitulando:
tenho a impressão de que ele é fruto das minhas desavenças com as minhas amigas. Um dia, comecei a perceber que elas estavam meio estranhas...eu chegava e elas paravam de conversar....ou ficavam cochichando. Já ouviram falar que para toda ação existe uma reação?? Pois é. Como elas estavam estranhas, eu comecei a ficar chateada com aquilo. Aí eu chegava e ficava de cara feia. Mau-humorada. Azeda. Tudo que elas falavam era motivo para discussão. Então eu comecei a me afastar. Não saía mais. Da casa para a escola, da escola para casa. Elas perguntavam o que estava acontecendo. “Nada” eu dizia sempre. Ah! Se elas me conhecessem realmente. Eu estava quebrada. Morta. Mas o pior é que sabia fingir bem. Ou elas é que não sabiam ler através de mim. E eu não tinha ajuda. Minha mãe? Não teria coragem para contar para ela que sua filha estava tão doente que achava que todos estavam rindo dela. Que tudo de ruim que acontecia (talvez, simplismente porque tinha que acontecer) era o mundo cuspindo na cara dela. Mostrando o quanto ninguém se importava com ela. O quanto ela era ridícula e desmerecida de amor, ou qualquer outro tipo de sentimento. Isso passando pela cabeça de uma garota que tinha “amigos”? Que tinha uma vida “normal”? não, isso não poderia ser verdade. Minhas amigas? Eu já estava contaminada demais para contar a elas o que estava se passando em mim. Elas não podiam estar interessadas em um garota tão idiota e problemática! Mesmo quando perguntavam. Eu duvidava que a preocupação podia ser verdadeira.


A partir do momento que comecei a pensar assim minha auto-estima e, por consequencia minha vida deslancharam.
Eu não conseguia mais sorrir. Tudo era forçado. Sempre.
Eu não conversava mais com ninguém. Não tinha amigos.
Não prestava atenção na minha família.
Eu me tranquei numa bolha. Tudo que eu fazia era ouvir música, ler e estudar.
Cuidar de mim e me alimentar vinha por consequência.
Eu ia a extremos do meu humor. Uma hora irritada com tudo.
Outra hora tão sensível que um comercial de tv me fazia chorar.
Eu só ouvia punk. Me vestia de preto e tal.
Não é preconceito (pelo amor de Deus!) mas todo mundo acha que só porque se tem esse gosto, a pessoa já sofreu de tudo e passou pelas piores situações.
Isso era para assustar.
Para que as pessoas não tentassem se aproximar de mim.
Não. Eu não poderia admitir ser traída mais uma vez.
Porque era assim que eu me sentia. Traída. Traída pelas minhas amigas.
Elas tinham fingido ser o que não eram para arrancar coisas de mim e depois ficarem rindo da minha cara pelas costas.
Hoje, pensando nisso, eu percebo como eu achava que o meu umbigo era o centro do mundo. Pelo menos do nosso mundo.
Tudo o que aconteceu foi por mim. Porque elas queriam me atingir. Me prejudicar.
Eu era grossa e fechada.
Ninguém podia ultrapassar a barreira que eu, cuidadosamente, criei para me manter longe de confusão.
Eu perdi o jeito de lidar com as pessoas. Eu não sabia mais manter uma conversa leve,
agradável.
Eu nem mesmo tinha cabeça para aguentar as futilidades alheias. E para mim tudo era futilidade.
Eu passei a sentir falta de alguma coisa. Eu não sabia o que era. E ainda não sei. Isso porque eu ainda sinto essa falta.
É uma sensação de vazio enorme. Como se um buraco tivesse se abrindo no meu peito.
Sinto falta de uma coisa que eu nunca tive.
(“meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.”- índios – legião urbana)
Ela sempre aparece quando estou sozinha. Pelo menos agora. Para o meu sincero agradecimento.
Antes ela vinha a qualquer hora. Aliás, ela nem ia embora. Ficava como uma onda.
Às vezes, forte, às vezes baixa e calma. Mas sempre estava ali.
Hoje em dia, ela volta quando alquem me dá adeus. Mesmo que por um breve período de tempo.
Ou quando eu termino de ver um bom filme. Ou de ler um bom livro.
Às vezes ela ainda me pega de surpresa quando eu estou vendo um filme romântico.
Ou quando ouço uma música mais deprê.
Mas é mais fácil de suportar.
Pelo menos eu sei que meus fantasmas vão me dixar em paz em breve.
Sim, porque o vazio sempre vem junto com eles.
Esses fantasmas me lembram de tudo que eu sentia antes. Da dor. Da raiva.
Da insignificância.
E lá no fundo ficam me dizendo que nada mudou. Nada.
Mas como eu disse, graçaz a deus eles vão embora. Depois de algum tempo.
E eu ainda consigo manter minha lucidez. Mesmo depois de tudo ficar escuro.
Eu aprendi a esperar pelo sol. Sem prestar muita atenção às sombras.
Só o suficiente para que elas não me engulam.

zumbidoss do passado....

É como se fosse uma abelhinha que fica zunindo o tempo todo por trás do barulho da TV....

Você tenta ignorar. Tenta mudar de canal. Mas nada tira aquilo.
Tenta se deixar levar pelos sons da tv, o suficiente para que o som não te incomode.
Às vezes até consegue. Passa alguma coisa que chama a atenção. Mas, no fundo, no seu subconciente você sabe que o zumbido continua lá.
Minha mãe viajou hoje. Acabou de sair, com minha irmã, meu sobrinho e meu cunhado.
Foram para São Paulo. Ela era a maior parte da minha tv. A mais importante pelo menos.
Agora so sobrou as imagens. O som sumiu. E advinha? O zumbido voltou com força total!
Eu não sei exatamente quando ele apareceu. Um dia eu acordei e ele estava lá. Me atormentando.
Também não tenho certeza de quem foi a maldita abelha que colocou esse zumbido lá.
Mas tenho a impressão de que ele é fruto das minhas desavenças com as minhas amigas.
Um dia, comecei a perceber que elas estavam meio estranhas...eu chegava e elas paravam de conversar....ou ficavam cochichando.
Já ouviram falar que para toda ação existe uma reação??
Pois é. Como elas estavam estranhas, eu comecei a ficar chateada com aquilo.
Aí eu chegava e ficava de cara feia. Mau-humorada. Azeda. Tudo que elas falavam era motivo para discussão.
Então eu comecei a me afastar. Não saía mais. Da casa para a escola, da escola para casa.
Elas perguntavam o que estava acontecendo. “Nada” eu dizia sempre. Ah! Se elas me conhecessem realmente.
Eu estava quebrada. Morta. Mas o pior é que sabia fingir bem. Ou elas é que não sabiam ler através de mim.
E eu não tinha ajuda. Minha mãe? Não teria coragem para contar para ela que sua filha estava tão doente que achava que todos estavam rindo dela.
Que tudo de ruim que acontecia (talvez, simplismente porque tinha que acontecer) era o mundo cuspindo na cara dela.
Mostrando o quanto ninguém se importava com ela.
O quanto ela era ridícula e desmerecida de amor, ou qualquer outro tipo de sentimento.
Isso passando pela cabeça de uma garota que tinha “amigos”?
Que tinha uma vida “normal”? não, isso não poderia ser verdade.
Minhas amigas?
Eu já estava contaminada demais para contar a elas o que estava se passando em mim.
Elas não podiam estar interessadas em um garota tão idiota e problemática!
Mesmo quando perguntavam. Eu duvidava que a preocupação podia ser verdadeira.
Mas tudo passa.
Mesmo que a gente ache impossível suportar.
Tudo se acalma.
Tudo perde um pouco do brilho. Seja ele bom, ou não.
Ainda assim ficam marcas.
Marcas que mudam a personalidade da gente para sempre.
Eu tive muitas marcas.
A mais sensível é o vazio. O vazio que eu sinto quando estou só.
Quando alguém se vai da minha vida.
É aquele zumbido que eu disse lá em cima.
Eu sempre sei quando ele vai chegar. Da para sentir. Mas não dá para evitar.
Nunca. Nunca.
Eventualmente ele vai ficando mais fraco depois de algumas horas.
Às vezes demora.
Mas meu único consolo é que ele se vai. Assim como apareceu.

minha trilha sonora